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O colágeno e fios de sustentação facial são estruturas responsáveis pela firmeza da sua pele. Esse assunto, no entanto, causa muitas dúvidas. E com razão: existem muitos mitos e meias verdades circulando pela internet quando o assunto é flacidez na pele e outros sintomas do envelhecimento.

Neste artigo, você vai tirar suas dúvidas sobre o assunto, aprendendo de verdade sobre como age o colágeno e quais métodos são realmente eficazes no combate da flacidez facial. Continue lendo e confira:

O que é flacidez facial?

A flacidez facial é um dos efeitos do envelhecimento da pele. A produção de colágeno no nosso corpo desacelera com o passar do tempo. Dessa forma, a partir dos 40 ou 50 anos de idade, começamos a apresentar flacidez de estruturas do rosto.

Com a diminuição da firmeza, ocorre a das bolsas de gordura próprias da face, que no geral deslocam-se para a parte inferior do rosto. É daí que vem o temido efeito de “rosto caído”.

Na verdade, o problema trata-se do enfraquecimento das estruturas de sustentação da face, como os tendões musculares e ligamentos fibrosos que demarcam e dividem a face em seções distintas.

O que pode ser feito para suavizar a flacidez facial?

Por sorte, já contamos com técnicas, aparelhos e produtos capazes de reverter esse quadro com relativo sucesso. Eles podem trazer benefícios significativos para a pele, tornando-a mais jovem e dando-lhe uma aparência mais sadia e natural.

Entre as principais técnicas, podemos ressaltar o estímulo do colágeno por meio de produtos injetáveis. Alguns exemplos são substâncias como a hidroxiapatita de sódio, o ácido poli-L- lático e a policaprolactona.

Existem, também, técnicas que promovem a retração dos tecidos flácidos por meio de aplicação de calor. Tratam-se dos aparelhos de rádio frequência. Eles aplicam na pele  um aquecimento de 40 ºC, por 15 a 20 minutos, promovendo retração das estruturas fibrosas e devolvendo as bolsas de gordura aos seus devidos lugares.

Mais recentemente, surgiram os aparelhos de ultrassom microfocado. Eles promovem aquecimento em tecidos mais profundos e com temperaturas mais elevadas, de até 70 ºC, com efeitos surpreendentes.

Finalmente, e antes de se falar em procedimentos cirúrgicos, temos a aplicação de fios de sustentação. Essa é uma técnica simples e não invasiva, que promove efeitos muito satisfatórios.

O que é a técnica de fios de sustentação?

A técnica dos fios de sustentação vem apresentando evolução notória nos últimos tempos. Um dos principais avanços diz respeito à substituição de fios permanentes pelos absorvíveis. A nova tecnologia possibilita o estímulo da produção natural de colágeno pelo corpo, proporcionando efeitos mais duradouros.

O que é colágeno?

O colágeno é uma proteína fibrilar presente no tecido conjuntivo do ser-humano. Trata-se de uma proteína de função estrutural, ou seja, responsável pela sustentação dos tecidos.

O colágeno pode ser encontrado em todo nosso corpo. Uma das suas funções é garantir a elasticidade e firmeza da pele.

Tipos de técnicas de Fios de Sustentação

Conheça a evolução das diferentes técnicas e materiais utilizados para o tratamento com fios de sustentação:

Fio Russo e fio Búlgaro

O fio Russo foi desenvolvido na Geórgia em 1996 e foi introduzido no Brasil em 2001, com este nome. Ele é inserido na pele com uma cânula e preso ao couro cabeludo por meio de uma sutura. Ou seja, é necessária uma pequena cirurgia para esse procedimento.

É composto de polipropileno, portanto não se dissolve. Sendo assim, esse procedimento é definitivo.

O fio Búlgaro, por sua vez, é elástico e absorvível depois de dois a três anos. Essa opção é normalmente usada para afinar o queixo e o nariz.

Fio Silhouette e Miracu

Recentemente, introduziram-se fios que permanecem na pele por um certo tempo e são depois absorvidos. O resultado é um grande estímulo na produção de colágeno, o que permite efeitos mais prolongados.

Esses métodos devido à não aceitação de materiais definitivos, que podem causar problemas e se tornar visíveis no futuro, com o envelhecimento da pele.

Estes fios absorvíveis são compostos por ácido hialurônico ou por ácido polilático. Em ambos os casos, as substâncias são estimuladores do colágeno.

Os fios mais utilizados atualmente são os de ácido polilático (nome comercial Silhouette), compostos por cones ligados ao fio que tracionam a pele como se fossem anzóis.

Outros fios, de polidioxanona e de ácido hialurônico (nome comercial Miracu), produzem igualmente sustentação da pele e estímulo da produção colágeno. A diferença está na técnica do procedimento e no objetivo, um pouco distinto. Eles são voltados a áreas menores da pele.

Quais áreas podem ser tratadas com os fios de sustentação facial?

As áreas tratadas são principalmente as áreas faciais. Alguns exemplos de aplicação são:

  • Levantamento das sobrancelhas;
  • Redefinição dos contornos;
  • Linha da mandíbula;
  • Rugas nas áreas da bochecha e linha do sorriso;
  • Pescoço;
  • Umbigo;
  • Braços;

Após a aplicação dos fios pode-se complementar com preenchimentos de ácido hialurônico, para se obter maior efeito de rejuvenescimento.

Como é o procedimento da aplicação dos fios de sustentação?

O procedimento para aplicação dos fios é muito simples. Ele é feito com anestesia local e indicado em casos não muito intensos de flacidez. Outra indicação é que o paciente não esteja muito abaixo ou muito acima do seu peso ideal.

Enfim, cada técnica deve ser aplicada com indicações específicas de acordo com as condições de envelhecimento facial, a idade do indivíduo, e principalmente observando-se as expectativas de cada um, para que os resultados sejam aqueles esperados.

Dessa forma, é fundamental consultar um dermatologista especializado, seja qual for o procedimento que você deseja realizar.